domingo, 3 de maio de 2015

Imagens em homenagem aos 450 anos do Rio

No 1º bimestre de 2015, trabalhamos o tema 450 anos 
da cidade do Rio de Janeiro, 
criando imagens que representassem a nossa "carioquice".


Vídeo com os trabalhos digitais dos alunos.

Painel (2 m X 1,20 m)



Processo de produção do aluno Jefferson Santos.



MURAL DO ATELIÊ GRUPO 01



 MURAL DO ATELIÊ GRUPO 03



Processo de trabalho dos alunos no Ateliê Outras Mídias 









MURAL DOS ALUNOS DO ATELIÊ GRUPO 02


Processo de produção dos trabalhos.


Produção de composição visual referente ao Projeto de Vida,
utilizando photoshop online para trabalhar "camadas", com imagens que 
se vinculassem a Arte, a Profissão desejada e a um lugar da 
cidade do Rio de Janeiro.



terça-feira, 31 de março de 2015

O que é Mídia ?



Nesse projeto, assistimos a um vídeo sobre “Mídias” e refletimos sobre o significado e a influência das mídias em nossas vidas. 
Em seguida fomos às ruas, no entorno da escola, quando cada grupo de alunos realizou entrevistas com transeuntes, incluindo algumas pessoas dentro da escola.

Alguns alunos realizando as entrevistas

O passo seguinte foi trabalharmos imagens à partir dos vídeos, ouvindo os relatos gravados.

Objetivos 
- Compreender os significados do termo "mídia" e as suas influências na vida cotidiana.
- Trabalhar em equipe de forma colaborativa.
- Utilizar as diferentes mídias (câmeras digitais, celulares, notebooks), utilizando seus variados recursos.
- Dominar editores de vídeos e imagens. 

Após todos terem editado suas imagens,
montamos um painel de fechamento do projeto
e postagem nas redes sociais.


Postagem
EDILON EVERTON

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Falhas de um Fotógrafo Amador




"Pense antes de fotografar"

(1) 
Enquadramento centralizado no assunto, esquecendo de compor a cena. É o que chamo de “visão de túnel”: na excitação de capturar o momento, a pessoa só enxerga a área central do campo de imagem e esquece o resto, enquadrando cenas bonitas de forma desarmônica e desleixada. Todo mundo, inclusive eu e você, já fez alguma dessas fotos em que a namorada está parada como um poste no centro da foto, dividindo o quadro simetricamente em duas massas confusas de poluição visual que não comunicam nada. Solução: aprenda a compor de maneira descentralizada e a enquadrar na vertical.

(2)
Objetos estranhos interferindo com o assunto principal. Esse erro é uma extensão do primeiro. Fundos que distraem fundos sem contraste, fundos com luz melhor que a do assunto da foto, objetos que poderiam perfeitamente ficar fora da composição, pedaços de dedos na frente da lente. Quase sempre dá para achar um novo ângulo que resulte num fundo mais limpo. Ou então, se a lente permitir, forçar o desfoque do fundo com uma abertura generosa.

(3)
 Horizonte desnivelado. A maioria das pessoas que enviou suas fotos para o Blog, não tem a mais rudimentar noção de prumo. A quantidade de imagens com a câmera torta é tão absurda que ficou clara para mim a necessidade de a indústria fotográfica dar um passo além das perfumarias do momento e incluir nas câmeras amadoras uma função verdadeiramente útil: autonivelamento do sensor.

(4)
 Captura precipitada. A pessoa vê uma cena estática e tranqüila, como uma paisagem, e clica afobadamente a partir de onde está, sem caminhar um pouquinho que seja para achar o melhor ângulo. Em fotos tiradas de ônibus turístico, ainda se compreende e perdoa. Num passeio a pé, não.

(5)
 Luz do dia ruim. Se tiver ao alcance um programa de edição de imagem (e vamos admitir, todo mundo tem, mesmo que pirata), faça uma curva de contraste para ressuscitar os brilhos esmaecidos pelo céu nublado. Ou recuperar as sombras duras projetadas pelo sol forte. Mas o melhor jeito mesmo é escolher um horário de luz bonita para fazer a foto. Ou então, carregar um rebatedor e unidade de flash externo. Opa, aí já não sei se continua sendo fotografia amadora.

(6)
 Objetos distantes demais. Chegue perto do assunto. Se não der, use o zoom. Hoje em dia todas as câmeras compactas têm um senhor zoom. Não tem mais desculpa continuar fazendo aquelas fotos que eram típicas das point & shoots antigas de lente fixa de 35mm, que consistiam em vastos campos salpicados de detalhes minúsculos.

(7)
 Pessoas com mãos, pés ou cabeça cortados. Se é para ser retrato de corpo inteiro, que seja – literalmente. Se é para ser um plano parcial, isso tem que estar bem definido. Se tem braço inteiro, precisa ter mão. Ah, é que a pessoa está tão lindinha nessa foto que você torce para ninguém reparar na mancada? Refaça o corte mais fechado. Não rolou? Resigne-se, tire a foto do álbum e tenha mais cuidado na próxima oportunidade.

(8)
 Flash disparado sem necessidade. Profundamente irritante, mais ainda se ele pegou numa superfície refletiva no fundo e carimbou um clarão totalmente gratuito na contraluz. Calculo que uns 80% das fotos amadoras feitas com flash ficariam muito melhores sem ele.

(9)
 Foto de cartão postal com ângulo manjado. Se a foto do local turístico já existe na forma de cartão postal, vá à lojinha de souvenirs e compre-o. A seguir, use a sua câmera para tentar algo diferente e personalizado.

(10)
 Assinatura horrível num canto. Não adianta nada. Se algum maluco quiser roubar sua foto pela Internet, a assinatura não o impedirá: basta cropar o seu nominho fora. Além de o texto distrair o olho do assunto da foto, a imensa maioria das pessoas não tem bom gosto tipográfico. Pronto, falei.

(11)
 Lusco-fusco e crepúsculo entulhados. Objetos silhuetados atrapalhando no primeiro plano: postes, fios elétricos, prédios etc. Esse descuido comum se deve a uma variante da “visão de túnel”: o fotógrafo fascinado pela luz colorida do céu esquece de compor a cena. Inclua esses elementos no enquadramento de alguma maneira coerente ou deixe-os de fora.

(12)
 Assunto de mau gosto. Aí não tem dica que ajude.


Fonte: Texto de Mario Amaya 
http://marioav.blogspot.com/2008/08/os-12-pecados-capitais-do-fotgrafo.html

domingo, 12 de outubro de 2014

Valores no Grafite

O projeto "Valores no Grafite" propôs trabalhar com os valores humanos, desenvolvendo a linguagem do grafite pela pesquisa nas diferentes mídias e experimentações em diversos materiais. O suporte principal foi o muro interior da escola.
os alunos do Grupo 01, do ateliê Outras Mídias, ministrado pelo professor Lindomar Araujo, se dividiram em duplas para trabalhar.

Pesquisa e criação de grafites na internet.

Alunos desenharam seus grafites e depois produziram outros no site Graffiti Creator.

 Os valores humanos foram escolhidos pelos próprios alunos.

Cada aluno foi produzindo no seu tempo.

Redimensionar e colorir com diferentes ferramentas.

 Uso do datashow para ampliação do que foi criado online.

 Convergencia de ferramentas digitais e analógicas.

 Fruição da Arte e formação para os valores.

O digital e o analógico dialogando no fazer artístico.

A prática colaborativa no fazer artístico.

Realização do grafite no muro da escola.














O ateliê Grupo #02, paralelamente ao Grupo #01, desenvolveu um curta-metragem sobre a arte do grafite na região do porto do Rio.

Assista ao vídeo.





Quase Memória: Um Convite à Obra

A exposição "Do Valongo à Favela: imaginário e periferia", residente no MAR, foi inspiração para o curta-metragem "Quase memória: um convite à obra". 
O longo processo de elaboração de roteiro foi um trabalho colaborativo no ateliê Outras Mídias, pelo Grupo 03, ministrado pelo professor Lindomar Araujo, onde emergiu diversos personagens e, com a depuração das filmagens, focamos num único personagem principal: o Helinho.

Criação de roteiro em sala de aula.





Alunos:
Anderson Diotério, Breno Damião de Sales, Caique Theodoro, Emerson Medeiros, Éric Rangel, Gabriel Max Leblon, Gabriel Salvador, Geozivan Gomes, João Henrique de Brito, Leonardo de Moraes, Matheus de Barros, Otacilio Luiz da Silva, Renato Gabriel Ferreira.

Participações Especiais:
Ana Aparecida G. da Silva e Laerte Lopes Jr.


STORYLINE
(Criação Coletiva)

O curta-metragem conta a história de uma obra de arte, que acredita ganhar vida e transforma-se em convite, por perceber o seu desejo impossível.

Assista ao Curta-metragem.

Gravações das cenas.


 Gravação de externa no Morro da Conceição.

 Ida do Morro da Conceição para a Praça Mauá.

 Ensaio com Gabriel salvador - Personagem Helinho.

 O câmera-man Emerson em ação.

Marcação de cena no interior do museu MAR.

Imagens do curta-metragem

Gabriel salvador como Helinho.

 Alunos revivendo a memória do personagem.

 Simulação da Obra de Arte - Carnaval na Central.

Participação especial do professor Laerte e da Ag. Eduacdora Ana.

Apresentação do Curta-metragem no MAR – Museu de Arte do Rio.

Aluno Eric Rangel, Melina Almada (MAR) e profº Lindomar Araujo. 

Representante do Cinema em Movimento, Coordª Inês Resende e Aluno Luiz Miguel.

Diretor Niverton Antunes, coordenadora, professores e alunos em cena.

Curta-metragem Realidade Imaginária

No ateliê Outras Mídias, no Grupo 02, o professor Lindomar Araujo e seus alunos decidiram, no 2º semestre de 2014, desenvolver a linguagem cinematográfica através de curtas-metragens. 
De forma colaborativa foram realizados trabalhos de roteiro e gravações de cenas, passando pela confecção de objetos cenográficos. Apesar do modelo colaborativo, criamos uma equipe cinematográfica com papeis definidos. A edição final ficou a cargo do professor, mas com a avaliação de todos os alunos.


Alunos:
Hadis Soares, José Paulo Talher, Julia Ferreira, Lucas Rodrigues, Samuel Matos, Adiel Barbosa, Gabriela Gomes, Isadora Feitosa, Mariana Ferreira, Paulo Cesar Castilho, Franciele Souza, Luan Moura, Luiza G. da Conceição, Luz Clarita do Nascimento, Matheus Alves Araujo, Shelly Santana, Shirley Nayara Pedrosa.

Participações Especiais:
Denise Callil, Luiza Chuva, Marco Aurélio Machado e Mário Sérgio M. Neto.

STORYLINE
(Criação Coletiva)

O curta-metragem apresenta um grupo de alunos que visita o museu e lá interagem com as obras, imaginando diversas situações.

Assista ao Curta-metragem.


Gravações das cenas.


 Subindo o Morro da Conceição.

 Momento de atenção para gravação

Ensaio para a câmera

 Gravação de diferentes takes.

Cenas do curta-metragem.


Cena de abertura.

 Cena do encontro de colegas.

 A viagem imaginária de um aluno com o Homem de Pedra.

 A personagem Professora Luiza no encerramento do curta.

Apresentação do Curta-metragem no MAR – Museu de Arte do Rio.


Convite ao evento

 Alunos reunidos em cena

 Mesa de debate